PAREDÃO PRO BBB.

 

 

Charges & Humor: Big Brother Brasil, 2017 – Rogério Cezar de Cerqueira Leite

 Bom dia.

Hoje começa o reality show BBB. Ninguém perguntou minha opinião sobre ele, mas mesmo assim a darei. É como penso, respeitando quem pensa diferente. Entendo também aqueles que dizem que bastaria mudar o canal da tv naquele horário, exercitando o meu livre arbítrio, a magnifica capacidade de escolher de acordo com a própria vontade. De qualquer forma lá vai:

Primeiro, valoriza situações e comportamentos artificiais, com foco em intrigas, romances e fofocas, ao invés de promover conteúdos que contribuam para o crescimento intelectual ou cultural dos telespectadores:

Segundo, o programa frequentemente coloca os participantes em situações moralmente difíceis ou manipulativas para criar tensão e entretenimento – uma verdadeira exploração dos sentimentos humanos;

Terceiro, a influência negativa sobre o público em geral e especialmente os jovens, ao promover valores e comportamentos fúteis, como a busca pela fama instantânea, a “objetificação” do corpo e a importância de intrigas e manipulações;

Quarto, é uma forma de alienação em massa, desviando a atenção da população de questões sociais e políticas importantes…;

Quinto, fomenta estereótipos e preconceitos ao apresentar participantes com perfis predeterminados (Os “saradões”), além de manipular narrativas de modo a criar vilões e heróis;

Sexto, a ética (ou falta dela) ao expor pessoas a julgamentos públicos extremos, além de submetê-las  a críticas massivas nas redes sociais;

Sétimo, há ainda outros fatores negativos, mas vou me permitir parar por aqui, com a percepção de que nosso mundo velho e agitado também está ficando louco.

Feliz BBB-25… A gente vai se ver,  na glooobo – pim, pim.

  

 

 


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