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A Noite em que Morri — Mas Só em Sonho.

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        Há cerca de um mês assisti, no YouTube, ao filme Nosso Lar , o que me levou a reler o livro homônimo, psicografado por Chico Xavier e atribuído ao espírito André Luiz. Mais uma vez fiquei com a mesma impressão de antes: o filme não faz jus à obra. Numa das últimas noites, antes de dormir, reli o seu   último capítulo, que narra o retorno dele à Colônia Espiritual após visitar sua família na Terra — uma experiência que o transforma profundamente. Nesse retorno, ele passa a compreender melhor os desígnios da Providência Divina, vence antigas inclinações egoístas e amplia sua capacidade de fraternidade. Ao final, é oficialmente reconhecido como cidadão da Colônia pelo Ministro Clarêncio, num gesto que, no meu entender, simboliza não apenas uma honra, mas também a confirmação de sua mudança interior e de seu novo compromisso com o bem coletivo. Pois é. Talvez ainda envolvido por aquela leitura — e somando-se a isso a meia dúzia de psicotrópicos, daque...

"OLHA O CARTEIRO!"

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        Sou médium de psicografia mecânica e, quando estou psicografando, torno-me extremamente sensível a ruídos e barulhos, mesmo aqueles   que ultrapassem uns poucos decibéis além do normal. Além disso, sinto um verdadeiro “choque elétrico” quando, nesse estado, ocorre qualquer contato físico com outra pessoa. Como se isso não bastasse, quando estou mediunizado  sou muito   suscetível ao excesso de luz - necessito de uma  luz indireta. Ainda assim, devo destacar que o que mais me incomoda é o ruído, o barulho… Para contornar essa situação tenho feito uso de protetores auriculares – tampões de ouvido – o que   está ajudando.   Não sei exatamente como descrever essa sensação, mas é como se alguém estivesse arranhando com as unhas um quadro-negro. Ou, ainda, é como se me jogassem   um balde de água gelada com alguns cubos de gelo. É algo que atravessa os nervos e dificulta manter a concentração necessária. Por outro lado...

"Pobre STF. Quem te viu, quem te vê."

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        Sempre procurei manter-me alheio a acontecimentos negativos envolvendo ministros do STF — uma estratégia básica de sobrevivência psíquica. Tenho preocupações muito mais relevantes a administrar, como a qualidade da ração dos meus gatos, a procedência do sachê e o colapso emocional que neles se instala quando o pote não está cheio até a exata linha imaginária que eles consideram aceitável. Mas fui derrotado. Joguei a toalha. Toffoli — sempre ele, presença cativa como vilão recorrente de novela das oito — viajando em jato particular ao exterior em companhia do advogado do Master. Toffoli, com parentes orbitando nas maracutaias daquele banco. Toffoli, abraçado ao processo do Master com o zelo de uma mãe coruja e, de quebra, em franco atrito com a Polícia Federal, por "razões" que se desconhecem. A grande tragédia nacional foi ele não ter sido aprovado naquele malfadado concurso para juiz em São Paulo. Se tivesse passado, talvez hoje estivesse apenas aposenta...