A EXAGERADA EVOLUÇÃO TECNOLÓGIA.
Hoje em dia fala-se muito a respeito da “geração Z”, que são as crianças que cresceram em um contexto altamente conectado à tecnologia, à internet e as redes sociais, o que moldou (para pior) seus comportamentos, valores e formas de se comunicar. Fala-se também sobre as crianças índigos, que dizem ter características especiais, associadas a uma espiritualidade elevada, empatia, criatividade e senso de missão. Existem ainda teorias acerca das “crianças cristal” (após 2000) e as “crianças arco-íris” (posteriores a 2010.) – que são, afirmam alguns, altamente dependentes do celular e da internet.
Minha geração não se encaixa em nenhuma delas, mas parece que faço parte de uma outra - a geração “X”, geração esta que passou e vivenciou um período de rapidíssima transição tecnológica, o que implicou também em enormes transformações culturais.
Apenas para ilustrar esta conversa: pouca gente se lembra da máquina de escrever mecânica; da máquina de escrever elétrica; do fax; do bipe; dos primeiros celulares da Motorola – que pareciam um tijolo; dos avôs dos computadores, que eram do tamanho de um cômodo de casa (IBM/360); dos primeiros computadores pessoais, ou de mesa; das calculadoras…
Às vezes pergunto-me se ter acompanhado esse ritmo acelerado das mudanças tecnológicas foi bom, ou ruim.
Não encontro respostas. Acho que sou muito nostálgico, pois sinto saudades dos tempos mais simples, quando a interação humana era menos mediada por telas de WhatsApp…
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